LRC歌词
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[ti:Este Silêncio Que Me Corta]
[ar:Mafalda Arnauth]
[al:O Melhor De Mafalda Arnauth - Talvez Se Chame Saudade]
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[00:00.000]Este silêncio que me corta - Mafalda Arnauth
[00:10.818]Não tenho nem vergonha nem pudores
[00:16.067]Da lágrima sincera que me embarga
[00:20.965]É sal de que alimento os meus amores
[00:25.964]E rio que afoga a pena mais amarga
[00:31.653]Num mar que é de revolta e de calmia
[00:36.823]Navega assim a vida em todos nós
[00:41.952]Porquê fugir à dor e à nostalgia
[00:46.661]São ondas descobrindo a nossa voz
[00:52.389]Não quero este silêncio que me corta
[00:57.008]Que enfrento de sentidos acordados
[01:02.397]Não quero a indiferença a alma morta
[01:07.546]Às quais assim andamos condenados
[01:34.028]Não quero ser o drama insatisfeito
[01:38.677]De quem não esteve ali pra não sofrer
[01:43.915]Morrer por algo ainda que imperfeito
[01:48.885]É tudo quanto basta ao meu viver
[01:53.992]Não tenho ainda o medo de acordar
[01:59.311]Mas sinto já a pressa dos mortais
[02:04.368]Que sonham ser eternos ao amar
[02:09.016]E temem não ter tempo de dar mais
[02:14.656]Não quero este silêncio que me corta
[02:19.536]Que enfrento de sentidos acordados
[02:25.116]Não quero a indiferença a alma morta
[02:29.926]Às quais assim andamos condenados
[02:55.388]Não quero a indiferença a alma morta
[03:00.388]Às quais assim andamos condenados
[03:05.038]Não quero este silêncio que me corta
[03:10.028]Que enfrento de sentidos acordados
文本歌词
Este silêncio que me corta - Mafalda Arnauth
Não tenho nem vergonha nem pudores
Da lágrima sincera que me embarga
É sal de que alimento os meus amores
E rio que afoga a pena mais amarga
Num mar que é de revolta e de calmia
Navega assim a vida em todos nós
Porquê fugir à dor e à nostalgia
São ondas descobrindo a nossa voz
Não quero este silêncio que me corta
Que enfrento de sentidos acordados
Não quero a indiferença a alma morta
Às quais assim andamos condenados
Não quero ser o drama insatisfeito
De quem não esteve ali pra não sofrer
Morrer por algo ainda que imperfeito
É tudo quanto basta ao meu viver
Não tenho ainda o medo de acordar
Mas sinto já a pressa dos mortais
Que sonham ser eternos ao amar
E temem não ter tempo de dar mais
Não quero este silêncio que me corta
Que enfrento de sentidos acordados
Não quero a indiferença a alma morta
Às quais assim andamos condenados
Não quero a indiferença a alma morta
Às quais assim andamos condenados
Não quero este silêncio que me corta
Que enfrento de sentidos acordados